O interior do país tem muito para oferecer, saiba mais sobre as suas condições atrativas

PORQUÊ 

O INTERIOR?

PORQUÊ O INTERIOR?

A decisão de viver no interior

Ir viver para o interior do país não significa mudar-se para locais inóspitos do território nacional. Este é, aliás, um preconceito que importa desmistificar. O conceito de interior está mais relacionado com a baixa concentração demográfica e de atividades económicas, do que propriamente com a localização geográfica.

O interior do país representa, na realidade, a maior parte do território português. Todavia, sendo esta uma decisão que vai ter efeitos significativos na sua vida e na vida da sua família, é essencial ponderar um conjunto de outros fatores, além da localização geográfica. Para além da tranquilidade, da qualidade e o baixo custo de vida, pode ainda contar com apoios financeiros atribuídos pelo Estado.

 

Os benefícios fiscais para as famíliias

Em maio de 2020, o Governo reuniu - no Guia Fiscal do Interior - todas as medidas de incentivo ao investimento no interior, bem como os benefícios fiscais destinados às famílias e às empresas.

No que diz respeito aos benefícios fiscais para famílias que venham a estabelecer-se no interior, importa destacar o aumento do limite das deduções em sede de IRS, nomeadamente no que se refere a encargos com rendas de imóveis.

Ao invés dos habituais 502 euros, as famílias que transfiram a sua residência permanente para áreas do interior passam a poder deduzir as rendas da casa até um limite de mil euros durante três anos consecutivos.

Ou seja, feitas as contas, mesmo com uma renda mais baixa do que aquela que pagariam nas grandes cidades, as famílias que habitem no interior poderão conseguir uma dedução à coleta de IRS mais elevada.

 

Medidas de apoio às empresas e ao trabalhador

O Estado português quer atrair mais empresários e trabalhadores para as regiões menos povoadas do país. Uma medida para combater a crescente desertificação e as assimetrias regionais.

Criou por isso, o Programa Trabalhar no Interior que contempla um conjunto de medidas para mais ágil a procura de emprego, de habitação e oferecer o apoio financeiro necessário para comparticipar os custos associados à deslocação para o interior. Aliás, os cidadãos dispostos a mudarem-se podem beneficiar de um apoio inicial de até 4 827 euros. Já as empresas podem receber até 82 106 euros por posto de trabalho criado.

Se já tinha pensado em ir viver para o interior e a atual pandemia aguçou ainda mais essa vontade, esta pode ser uma oportunidade de usufruir dos apoios disponibilizados para a mudança.

A decisão de viver no interior

Ir viver para o interior do país não significa mudar-se para locais inóspitos do território nacional. Este é, aliás, um preconceito que importa desmistificar. O conceito de interior está mais relacionado com a baixa concentração demográfica e de atividades económicas, do que propriamente com a localização geográfica.

O interior do país representa, na realidade, a maior parte do território português. Todavia, sendo esta uma decisão que vai ter efeitos significativos na sua vida e na vida da sua família, é essencial ponderar um conjunto de outros fatores, além da localização geográfica. Para além da tranquilidade, da qualidade e o baixo custo de vida, pode ainda contar com apoios financeiros atribuídos pelo Estado.

 

Os benefícios fiscais para as famíliias

Em maio de 2020, o Governo reuniu - no Guia Fiscal do Interior - todas as medidas de incentivo ao investimento no interior, bem como os benefícios fiscais destinados às famílias e às empresas.

No que diz respeito aos benefícios fiscais para famílias que venham a estabelecer-se no interior, importa destacar o aumento do limite das deduções em sede de IRS, nomeadamente no que se refere a encargos com rendas de imóveis.

Ao invés dos habituais 502 euros, as famílias que transfiram a sua residência permanente para áreas do interior passam a poder deduzir as rendas da casa até um limite de mil euros durante três anos consecutivos.

Ou seja, feitas as contas, mesmo com uma renda mais baixa do que aquela que pagariam nas grandes cidades, as famílias que habitem no interior poderão conseguir uma dedução à coleta de IRS mais elevada.

 

Medidas de apoio às empresas e ao trabalhador

O Estado português quer atrair mais empresários e trabalhadores para as regiões menos povoadas do país. Uma medida para combater a crescente desertificação e as assimetrias regionais.

Criou por isso, o Programa Trabalhar no Interior que contempla um conjunto de medidas para mais ágil a procura de emprego, de habitação e oferecer o apoio financeiro necessário para comparticipar os custos associados à deslocação para o interior. Aliás, os cidadãos dispostos a mudarem-se podem beneficiar de um apoio inicial de até 4 827 euros. Já as empresas podem receber até 82 106 euros por posto de trabalho criado.

Se já tinha pensado em ir viver para o interior e a atual pandemia aguçou ainda mais essa vontade, esta pode ser uma oportunidade de usufruir dos apoios disponibilizados para a mudança.

A decisão de viver no interior

Ir viver para o interior do país não significa mudar-se para locais inóspitos do território nacional. Este é, aliás, um preconceito que importa desmistificar. O conceito de interior está mais relacionado com a baixa concentração demográfica e de atividades económicas, do que propriamente com a localização geográfica.

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O interior do país representa, na realidade, a maior parte do território português. Todavia, sendo esta uma decisão que vai ter efeitos significativos na sua vida e na vida da sua família, é essencial ponderar um conjunto de outros fatores, além da localização geográfica. Para além da tranquilidade, da qualidade e o baixo custo de vida, pode ainda contar com apoios financeiros atribuídos pelo Estado.


Os benefícios fiscais para as famíliias

Em maio de 2020, o Governo reuniu - no Guia Fiscal do Interior - todas as medidas de incentivo ao investimento no interior, bem como os benefícios fiscais destinados às famílias e às empresas.

No que diz respeito aos benefícios fiscais para famílias que venham a estabelecer-se no interior, importa destacar o aumento do limite das deduções em sede de IRS, nomeadamente no que se refere a encargos com rendas de imóveis.

Ao invés dos habituais 502 euros, as famílias que transfiram a sua residência permanente para áreas do interior passam a poder deduzir as rendas da casa até um limite de mil euros durante três anos consecutivos.

Ou seja, feitas as contas, mesmo com uma renda mais baixa do que aquela que pagariam nas grandes cidades, as famílias que habitem no interior poderão conseguir uma dedução à coleta de IRS mais elevada.


Medidas de apoio às empresas e ao trabalhador

O Estado português quer atrair mais empresários e trabalhadores para as regiões menos povoadas do país. Uma medida para combater a crescente desertificação e as assimetrias regionais.

Criou por isso, o Programa Trabalhar no Interior que contempla um conjunto de medidas para mais ágil a procura de emprego, de habitação e oferecer o apoio financeiro necessário para comparticipar os custos associados à deslocação para o interior. Aliás, os cidadãos dispostos a mudarem-se podem beneficiar de um apoio inicial de até 4 827 euros. Já as empresas podem receber até 82 106 euros por posto de trabalho criado.

Se já tinha pensado em ir viver para o interior e a atual pandemia aguçou ainda mais essa vontade, esta pode ser uma oportunidade de usufruir dos apoios disponibilizados para a mudança.

A decisão de viver no interior

Ir viver para o interior do país não significa mudar-se para locais inóspitos do território nacional. Este é, aliás, um preconceito que importa desmistificar. O conceito de interior está mais relacionado com a baixa concentração demográfica e de atividades económicas, do que propriamente com a localização geográfica.

O interior do país representa, na realidade, a maior parte do território português. Todavia, sendo esta uma decisão que vai ter efeitos significativos na sua vida e na vida da sua família, é essencial ponderar um conjunto de outros fatores, além da localização geográfica. Para além da tranquilidade, da qualidade e o baixo custo de vida, pode ainda contar com apoios financeiros atribuídos pelo Estado.

 

Os benefícios fiscais para as famíliias

Em maio de 2020, o Governo reuniu - no Guia Fiscal do Interior - todas as medidas de incentivo ao investimento no interior, bem como os benefícios fiscais destinados às famílias e às empresas.

No que diz respeito aos benefícios fiscais para famílias que venham a estabelecer-se no interior, importa destacar o aumento do limite das deduções em sede de IRS, nomeadamente no que se refere a encargos com rendas de imóveis.

Ao invés dos habituais 502 euros, as famílias que transfiram a sua residência permanente para áreas do interior passam a poder deduzir as rendas da casa até um limite de mil euros durante três anos consecutivos.

Ou seja, feitas as contas, mesmo com uma renda mais baixa do que aquela que pagariam nas grandes cidades, as famílias que habitem no interior poderão conseguir uma dedução à coleta de IRS mais elevada.

 

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Criou por isso, o Programa Trabalhar no Interior que contempla um conjunto de medidas para mais ágil a procura de emprego, de habitação e oferecer o apoio financeiro necessário para comparticipar os custos associados à deslocação para o interior. Aliás, os cidadãos dispostos a mudarem-se podem beneficiar de um apoio inicial de até 4 827 euros. Já as empresas podem receber até 82 106 euros por posto de trabalho criado.

Se já tinha pensado em ir viver para o interior e a atual pandemia aguçou ainda mais essa vontade, esta pode ser uma oportunidade de usufruir dos apoios disponibilizados para a mudança.

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